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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Windows x Linux

Há muitos anos somos massacrados pelo monopólio do Sistema Operacional e nem percebemos. Só falamos no Windows, só compramos o Windows, só usamos o Windows. Sabemos o que ele nos oferece e somos gratos por isso. Esquecemos de conferir o que os concorrentes têm a oferecer.

E assim Bill Gates abusou de nossa boa vontade lançou produtos inacabados e colocou os preços nas nuvens - se tornou o homem mais rico do mundo e foi feliz para sempre.

Mas talvez as coisas estejam prestes a mudar... Em 1991, o finlandês Linus Torvalds lançou o Linux, um sistema operacional revolucionário que prometia bater o Windows. Hoje, no Brasil, segundo a Istoé, ele funciona em 27% dos servidores de rede e em 5% dos micros domésticos. Na maioria das Procuradorias, inclusive na nossa, o Linux é o sistema operacional escolhido para hospedar as páginas (Internet e Intranet) da instituição.

As principais diferenças entre os dois são:

1) O Windows tem código fonte fechado, isto é, ninguém pode alterá-lo, só o fabricante tem acesso para corrigir os erros ou aperfeiçoá-lo. Ao contrário, o Linux não tem segredos e há vários grupos trabalhando em seu desenvolvimento e criando versões de acordo com as diversas necessidades do mercado.

2) Uma única cópia do Windows está sendo vendida em média por R$500,00 (quinhentos reais) enquanto o Linux é distribuído, sem limite de instalações, cobrando-se apenas os preços dos manuais e da mídia.

3) O Linux é estável, praticamente não trava, trabalha como um verdadeiro sistema operacional multitarefa. No Windows freqüentemente temos que pressionar Ctrl+Alt+Del e reiniciar o computador.

4) Há uma grande oferta de aplicativos para o Windows, principalmente jogos, o que o torna o preferido dos usuários domésticos. No Linux há programas para editar imagens, digitar textos, acessar a Internet, mas quanto aos jogos ele deixa a desejar.

5) O Linux tem procedimento de instalação potencialmente mais difícil e só é recomendável a usuários experientes fazê-lo sem assistência.

Certamente, a grande motivação para quem quer trocar o Windows pelo Linux é o preço. Estima-se, segundo o Correio Braziliense, de 27/03/2001, que o Governo Federal gasta anualmente na aquisição de software proprietários (derivados da Microsoft basicamente) R$ 4 bilhões por ano. Na PR/GO gastaremos R$ 25.000,00 reais na compra de programas este ano.

Claro que as coisas não são tão simples assim, não podemos trocar nossas ferramentas, de uma hora para outra, sem antes elaborar refinado programa de treinamento e sem um largo período de transição. Mesmo assim, as resistências seriam enormes. A inércia e o comodismo, próprios de nossa rotina de trabalho, inibe inovações. Porém, as vantagens, a longo prazo, são gigantescas.

Luciano Alves de Paula
Analista de Informática da
Procuradoria da República em Goiás

Mais Dúvidas:

"Olá pessoal.....
sou leigo em Linux......e gostaria de saber dos mais esperientes quais as vantagens e desvantagens em se migrar de um Windows para um Linux....

Pois estou pensando seriamente em migrar..........os colegas poderiam me explicar onde ganho e onde perco?"

Atc
Anderson


Tu vai ganhar em primeiro lugar estabilidade. Linux é muito mais estável pelo fato de seu kernel ser modular. Enquanto no windows tu faz uma coisinha e tem que reiniciar o computador, no Linux tu reinicia aquele pedacinho... se tu quer ativar algo, tu levanta o módulo e quando não usar mais derruba pra poupar memória.

Em segundo lugar segurança. Linux não tem aquele monte de vírus e spywares que tem o windows. Toda aquela paranafernalha tu olha de longe. Enquanto o pessoal se debate com anti-vírus tu abre seus e-mails com vírus e tudo numa boa sem risco de contaminação, afinal eles são todos pra windows hehe.
Além do mais o sistema de permissões do Linux é muito superior ao windows que na maioria das vezes é utilizado sempre como administrador.

Outro ponto em vantagem é o fato da legalidade do software. Teu computador nunca mais vai rodar programa pirateado (a menos que você faça questão, pois há programas pra tudo livres). Um PC 100% legal. Tem gente que diz que Linux quebra patente, mas tem empresa grande por ai que da garantia jurídica pra seus clientes que usam Linux... resumindo: Se vc levar o processo, a empresa que te garantiu a legalidade assume todas responsabilidades... isso de tanta confiança. Portanto esse papo que Linux fere leis de direitos autorais é furada pura.

Mais uma vantagem que posso ressaltar é a que nosso amigo acima destacou. Tu ganha muito conhecimento... O linux é um universo sem fim para se aprender novas coisas. Tu deixará de ser um mero "apertador de botões" e começará a pensar e entender como um sistema operacional realmente trabalha. O linux é muito transparente.

A desvantagem que tu pode encontrar pode ser relativa a Modens por exemplo. Esses winmodens (praga que vem assolando a humanidade a algum tempo) não são reconhecidos pelo kernel do Linux e tu tem que compilar um módulo independente o que requer algum trabalho.

Outra dificuldade pode ser relativa aos jogos. Como deve saber os programas de windows não funcionam no Linux e vice versa, a menos que possuam versões próprias ou portadas. Existem alguns emuladores, mas nunca chegam ao total desempenho que os softwares nativos podem oferecer. Se tu gosta muito de jogar... pode sofrer um pouco. Há muuuitos jogos, mas a maioria de tiro (FPS) e uns de estratégia, plataforma, etc. Jogos de corrida por exemplo nem tantos... ou de RPG. Se tu for um gamemaníaco fica um pouco difícil, agora se tu joga um pouco apenas pra passar o tempo da pra levar numa boa com os ótimos jogos existentes pra linux (UT2004, Quake 3, Americas Army, Return Castle Wolfestein, Ennemy Territory, Neverwinter Nights, Medal of Honor, e tem até um The Sims portado ai rolando pela internet).

Mas sem dúvida vale a pena tu ao menos experimentar o Linux... quebrar a cara um pouquinho nele, e depois tome suas decisões. Sinceramente... tu vai se apaixonar.

O que tu mais vai notar é o geito de trabalhar em cada sistema operacional. Linux é simples por natureza (veja que simples não quer dizer fácil). Enquanto no Windows você trocaria a resolução indo ao painel de controle e acessando uma ferramenta para determinada função, no Linux você abre um arquivo de texto e num determinado local digita a resolução desejada, salva e fecha. Isso é a simplicidade do Linux.
Mesmo assim, existem muitas distribuições que fornecem paineis e menus pra facilitar muito a configuração assim tu não precisa ficar quebrando a cabeça editando arquivos pra la e pra ca.
Ai vai de você escolher como quer fazer.

Nosso amigo acima indicou o Mandrake então vou indicar outra: Conectiva 10. Sabe pq? Pq ele já vem TUDO configurado... hehe. Ai tu tem uma boa idéia do poder de um Linux bem configuradinho hehe.

Grande abraço amigo, espero ter ajudado!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

História do Linux



Linux

O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua história agora, para que você entenda melhor a do Linux.

A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador), sendo assim, o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já exisita uma versão do Multics rodando num computador GE645.]

Ken Thompsom era um pesquisador do Multics e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema. Desde então, sua idéia não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as idéias básicas do sistema. A partir daí, começa a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da Bell Labs, foi quem deu esse nome.

Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, rescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs.

Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, Sun, etc. O Unix, é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos (como mainframes) por diversas multinacionais.

Qual a relação entre o Unix e o Linux, ou melhor, entre o Unix e Linus Torvalds?

Para responder essa pergunta, é necessário falar de outro sistema operacional, o Minix. O Minix é uma versão do Unix, porém, gratuita e com o código fonte disponível. Isso significa que qualquer programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado originalmente para uso educacional, para quem quisesse estudar o Unix "em casa". No entanto, vale citar que ele foi escrito do “zero” e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T e por isso pode ser distribuído gratuitamente.

A partir daí, “entra em cena” Linus Torvalds. Ele era um estudante de Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, na Filândia e em 1991, por hobby, Linus decidiu desenvolver um sistema mais poderoso que o Minix. Para divulgar sua idéia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela Usenet (uma espécie de antecessor da Internet). A mensagem pode ser vista no final deste artigo. No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994 disponibilizou a versão 1.0. Até o momento em que este artigo estava sendo escrito, a versão atual era a 2.6.

O Linux é um sistema operacional livre e é uma re-implementação das especificações POSIX (padronização da IEEE, Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica) para sistemas com extensões System V e BSD. Isso signfica que o Linux é bem parecido com Unix, mas não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma.

Mas porque o Linux é gratuito?

Linus Torvalds, quando desenvolveu o Linux, não tinha a inteção de ganhar dinheiro e sim fazer um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas necessidades. O estilo de desenvolvimento que foi adotado foi o de ajuda coletiva. Ou seja, ele coordena os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema que criou. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor.

Licença GPL

O Linux está sob a licença GPL, permite que qualquer um possa usar os programas que estão sob ela, com o compromisso de não tornar os programas fechados e comercializados. Ou seja, você pode alterar qualquer parte do Linux, modificá-lo e até comercialiazá-lo, mas você não pode fechá-lo (não permitir que outros usuários o modifiquem) e vendê-lo.

GNU

Mas a história do Linux não termina por aqui. É necessário também saber o que é GNU. GNU é um projeto que começou em 1984 com o objetivo de desenvolver um sistema operacional compatível com os de padrão Unix. O Linux em si, é só um kernel. Linus Torvalds, na mesma época que escrevia o código-fonte do kernel, começou a usar programas da GNU para fazer seu sistema. Gostando da idéia, resolveu deixar seu kernel dentro da mesma licença.

Mas, o kernel por si só, não é usável. O kernel é a parte mais importante, pois é o núcleo e serve de comunicador entre o usuário e o computador. Por isso, com o uso de variantes dos sistemas GNU junto com o kernel, o Linux se tornou um sistema operacional.

Mas você pode ter ficado confuso agora. O que é o Linux então? O que é GNU? Simplesmente, várias pessoas uma versões modificadas dos sistemas GNU, pensando que é o Linux em si. Os programadores que trabalham com ele, sabem que o Linux, é basicamente o kernel, conforme já foi dito, mas todos, chamam esse conjunto de Linux (há quem defenda o uso de GNU/Linux).

Finalizando, o projeto GNU é um dos responsáveis pelo sucesso do Linux, pois graças à “mistura” de seus programas com o kernel desenvolvido por Linus Torvalds, o Linux vem mostrando porque é um sistema operacional digno de habilidades insuperáveis por qualquer outro sistema.
fonte: http://www.brasilescola.com/

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Gates Outlines Trends Tecnologia de condução a "Década Digital"



Na companhia sexto anual CEO Summit, o presidente da Microsoft e Chief Software Architect Bill Gates explicou como versátil, potente, novos dispositivos, redes onipresentes e inovações de software vai revolucionar a produtividade individual e racionalizar os processos empresariais.

 Bill Gates shows visiting CEOs a prototype Tablet PC
Bill Gates mostra CEOs visitando um protótipo do Tablet PC

Redmond, Washington, 22 mai 2002 - Nesta manhã, na sexta Microsofts anual CEO Summit, o presidente da Microsoft e Chief Software Architect Bill Gates destacou algumas das principais tendências de tecnologia que irá conduzir o que ele chama de "Década Digital". Enfrentar um público de mais de 100 CEOs, representando praticamente todas as grandes indústrias, Gates explicou como versáteis, poderosos dispositivos de computação, rede ubíqua e inovações de software irão convergir para revolucionar a produtividade individual e racionalizar os processos empresariais.
"Nos próximos cinco ou seis anos, vamos ver alguns avanços muito dramático", disse Gates. "Ainda hoje, nós vimos um impacto sobre a produtividade isso é fenomenal."
Gates observou que Lei de Moore - que prevê que o poder de processamento vai dobrar aproximadamente a cada 18 meses - espera-se que se verifica ao longo da próxima década, enquanto a capacidade de armazenamento e conectividade de rede deverão crescer a taxas ainda mais rápido. Isso, segundo ele, torna possível para a funcionalidade do PC para ser incorporado em uma ampla gama de dispositivos, a partir de telemóveis inteligentes para plataforma PC Microsofts próxima Tablet. (CEOs presentes na cimeira foram emitidos os seus PCs Tablet próprio protótipo, em que se podia ver apresentações de slides, anotações e comunicar via rede sem fio).
Esses dispositivos permitem que os trabalhadores do conhecimento individual para comunicar e aceder à informação que necessitam onde quer que estejam, através de interfaces mais naturais, como a escrita ea fala. "Em poucos anos, estes dispositivos podem ser algo que todos nós praticamente ter concedido", disse Gates. Novas tecnologias de interface de visualização e também transformar a experiência de desktop, como Gates mostrou demonstrando um display widescreen protótipo capaz de visualizar várias páginas inteiras de texto de uma vez.
Software, Gates explicou, irá desempenhar um papel central na tomada de todos esses novos dispositivos de trabalho conjunto, tanto através de interfaces intuitivas e naturais, bem como normas que permitem a conectividade entre as pessoas mais ricas, dispositivos, software e serviços.
 Executives gathered for Microsoft's sixth CEO Summit (L-R): Jamie Dimon, Bank One; Sizwe Nxasana, Telkom South Africa: Bill Gates and Steve Ballmer, Microsoft; John Eyler, Toys 'R' Us; A.G. Lafley, Procter  &  Gamble.
Os executivos se reuniram para sexta Microsoft CEO Summit (LR): Jamie Dimon, o Bank One, Sizwe Nxasana, Telkom South Africa: Bill Gates e Steve Ballmer, da Microsoft, John Eyler, R 'Us, Toys "AG Lafley, da Procter & Gamble.
Clique para foto em alta resolução 
Mas estas inovações não vai apenas transformar a maneira como as informações dos trabalhadores do seu trabalho, disse Gates. Através de tecnologias como XML - o padrão de intercâmbio de informações no centro de Microsofts. Estratégia NET - as empresas serão capazes de automatizar processos e possibilitar maior integração, tanto dentro da organização e entre clientes, parceiros e fornecedores.
Gates notou como a complexidade crescente dos sistemas de TI tornou difícil para as empresas a aproveitar ao máximo os novos recursos e funcionalidades destacadas no sistema operacional da Microsoft Windows XP eo. NET que diminuir a carga de trabalho de gestão. Ele também destacou o trabalho das empresas de seguros Travelers Group, que tem usado. NET para criar tecnologias novas eficiências e reduzir drasticamente os seus créditos o tempo de processamento.
"Se passando por um momento de inovação constante - que eu chamo de década digital - que vai transformar a maneira de trabalhar," disse Gates. "Embora os computadores têm gerado enormes melhorias na produtividade do local de trabalho durante os últimos 20 anos, alguns dos maiores desenvolvimentos ainda estão no horizonte. executivos precisam continuar investindo neste tipo de tecnologias para alcançar o próximo nível de redução de custos, tempo de mercado e agilidade nos negócios ".
Microsoft CEO Summit estabeleceu a seis anos atrás, em resposta ao crescente interesse na tecnologia entre os CEOs das empresas. Ao longo dos dois dias de evento, os participantes ouvirão especialistas do setor e os executivos da Microsoft falam sobre as tendências econômicas e questões de tecnologia, enquanto a discussão e partilha de experiências de tecnologia com os seus pares ao redor do mundo.

fonte: http://www.microsoft.com/presspass/features/2002/may02/05-22ceosummitkeynote.mspx

INTEL ANUNCIA LANÇAMENTO DO SANDY BRIDGE

A Intel anunciou o lançamento do Sandy Bridge, nova arquitetura que conta com processo de fabricação de 32 nanômetros e aprofunda ainda mais a integração do processamento gráfico, movendo as funções anteriormente localizadas no chipset para dentro do processador. O modelo chega ao mercado em 2011.

A arquitetura Sandy Bridge vai integrar tecnologias e vantagens adicionais, com o objetivo de unir desempenho, conectividade e economia – como a tecnologia Intel Wireless Display, que permite o envio de vídeos e imagens do PC para a TV sem o uso de cabos.

Games
Embora existam notebooks voltados específicos para os aficionados por jogos, são em geral maiores e mais pesados do que seus pares mais simples. Por contarem com um processador gráfico dedicado, os notebooks para games também aquecem mais e possuem menor autonomia de bateria.

A Intel quer reverter este cenário com o lançamento da Sandy Bridge. Os novos processadores da Intel integram o processamento gráfico dentro do próprio processador, em um movimento que reduz os custos, permite máquinas menores e mais finas, e entrega potência gráfica o suficiente para a maioria dos games e também para aplicações altamente visuais e filmes 3D.
Com o lançamento, a companhia segue a tendência da próxima geração de PCs: máquinas apropriadas para Blu-ray, 3D estereoscópico e alta definição.

O advento do 3D estereoscópico, o Blu-Ray e novas modalidades de serviços online apontam cada vez mais para a necessidade de mais poder de processamento gráfico por parte dos desktops e notebooks. A Intel prepara o lançamento de uma segunda geração de processadores com esta característica. A nova arquitetura permitirá a criação de notebooks mais finos, leves e com mais autonomia de bateria, inclusive para os gamers.

A companhia garante que a inovação promete mexer com a indústria, já que analistas esperam que esta integração leve a uma queda de demanda por chips de processamento gráfico dedicados, que passarão a ser vantajosas apenas para um nicho bem específico dos usuários de PC. Segundo a consultoria iSupply, “quatro entre cada cinco notebooks vendidos em todo o mundo em 2014 utilizarão microprocessadores com gráficos habilitados, contra um entre cada três em 2010, já que os fabricantes de computadores buscam oferecer produtos menores e mais inovadores.”  
 
fonte: http://www.boadica.com.br

Qual a diferença entre notebook e netbook?

"Navegando pela Internet, vi alguns usuários tipicamente com algumas dúvidas com relação à um termo famoso nos dias de hoje. Aproveitando um gancho do site-fonte, hoje em dia vemos muitas novidades na áreas dos netbooks, termo esse popularizado principalmente pelo nosso clássico Asus Eee PC, que fez o "boom" na categoria. Com netbooks para lá e para cá, não há um usuário que saiba dizer que notebooks e netbooks, que ao falar praticamente soltam os mesmos sons, são dois tipos de dispositivos diferentes. Mas o que significa na prática a diferença entre os dois? E o que a mídia vende dos dois conceitos?
Vale lembrar que, desde o início da explosão dos netbooks, ora por vezes erroneamente considerados "subnotebooks", as empresas deixaram claro que tratam-se de coisas diferentes. Mas agora vamos às diferenças: netbooks são dispositivos que possuem por objetivo primário te levar à Internet, ou seja, eles nunca substituirão os velhos notebooks. Esses últimos já possuem por tarefa serem sistemas para uso portátil geral, com alto poder de processamento, placas de vídeo poderosas e hardware em geral mais potente, para então ter uma maior capacidade multimídia (visualizar vídeos, etc) e de trabalho (fazer documentos, planilhas, abrir programas específicos), e em alguns casos, ser voltado para jogos; mas uma coisa é certa: são voltados para serem multi-tarefas. Os netbooks, por sua vez, são em maioria aparelhos de baixo custo e altamente portáteis, feitos para se fazer uma tarefa simples por vez.
Normalmente, quem tem um notebook acaba comprando um netbook, para tarefas mais simples e que não exigem muito da máquina. Quando saem para ir até a faculdade e anotarem alguns dados das aulas, e acessar a Internet, levam o netbook. Quando vão viajar, e querem algo mais completo, acabam levando o notebook.
E os subnotebooks? Embora hoje mais distantes, estes são projetados para serem completos e multi-tarefas também, contudo, mais compactos, de menor preço e menos potentes, em geral atingindo a camada de menor poder aquisitivo da população; mas não são tão simples e focados num determinado fim quanto os netbooks.
Bom, agora sim acho que ficou clara a definição :-)"

fonte: http://www.guiadohardware.net

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Vantagens e Desvantagens do Windows 7

O que o Windows 7 traz de vantagens


1. Visual mais agradável
- O Windows 7 mantém algumas características visuais do seu antecessor como o Aero, do Vista. Mas elas ficaram muito mais caprichadas e
organizadas. Um grande ponto é a famosa barra do iniciar que surgiu no longínquo Windows 95 e está bem melhor agora. Reparem no Windows Live
Messenger. Antes ele ficava ao lado do relógio em um ícone pequeno e agora está na barra de programas em execução. O efeito de visualização
das janelas minimizadas também é muito agradável e prático. Este comportamento é padrão para todos os programas em execução. Outra
característica interessante é que, ao passar o mouse sobre os itens, o sistema o mostra na tela alternando as janelas em exibição. Ao clicar
com o botão direito do mouse sobre o Windows Live Messenger na barra de programas em execução, o sistema mostra opções condizentes com o
aplicativo. No caso do MSN é possível acessar sua caixa postal ou mesmo mudar o status de on-line para ocupado, por exemplo.



2. Requisitos mínimos de sistema
- Um dos tiros no pé do Windows Vista, os requisitos mínimos exigidos para sua execução eram bem fortes perante aos computares que as pessoas tinham em casa, ou seja, para ter o Windows Vista com bom desempenho só em um PC novo e potente. O Windows 7 não sobrecarrega tanto o computador como o Vista, o que o torna uma opção para netbooks e computadores mais modestos. Claro que computadores antigos que tem 1GB ou menos de memória RAM e processadores de 1GHz ou inferiores não irão acomodar bem este sistema. Para saber se seu PC roda o Windows 7, a Microsoft disponibiliza um programa chamado Windows 7 Upgrade Advisor.

3. Se você pensa em trocar de PC, a hora é agora
- O lançamento de um sistema do porte do Windows 7 aquece bastante o mercado de computadores (tanto desktops quanto notebooks). Os
fabricantes realizam diversas promoções para alavancar as vendas, o que pode derrubar os preços e favorecer quem quer trocar de PC.

4. Tela sensível ao toque
- O Windows 7 está preparado para telas sensíveis ao toque com opção de multitoque. O recurso amplamente difundido pelo iPhone, com o qual é
possível, por exemplo, expandir uma imagem arrastando simultaneamente duas pontas. O Touch Pack para Windows 7 é um conjunto de aplicativos e jogos para usar este recurso. Eu destaco o Microsoft Surface Collage que é um aplicativo para organizar e redimensionar fotos. Com ele é
possível montar slide shows de fotos e também criar papeis de parede personalizados. As funcionalidades da aplicação em si não são
novidades, mas o fato de ser feita para usar uma tela sensível a múltiplos toques a torna diferenciada.

5. Atalhos são sempre bem-vindos
- Muitos, como eu, gostam de atalhos no teclado para desempenhar funções básicas no sistema operacional. O Windows 7 mantém atalhos que
melhoram a experiência do usuário. Um simples toque na tecla do Windows e surte o efeito de clicar no botão iniciar. Basta digitar partes do
nome de um programa que o sistema filtra dentre os programas instalados quais programas têm aquela sequência de letras. Outro recurso
interessante: os documentos recentes por aplicativo. O menu iniciar mostra os últimos aplicativos executados e logo ao lado uma seta
apontando os documentos abertos recentemente.



Outra funcionalidade do botão do Windows é a possibilidade de executar rapidamente os programas que ficam ao lado do botão iniciar. Esta barra
substitui a antiga barra de inicialização rápida, mas tem a mesma finalidade. Teclando o símbolo do Windows mais um número de 1 a 0 é
possível abrir os programas ali dispostos. A ordem dos números é a mesma dos programas. Repare que na imagem ao lado o Win+1 abre o
Internet Explorer e assim sucessivamente.

Se quiser dar uma espiadinha rápida na área de trabalho, basta teclar Win+Barra de espaço. As janelas irão ficar translúcidas (com as bordas à vista) e será possível ver a área de trabalho. Ao soltar o botão do Windows as janelas voltam ao normal.

6. Muitos programas para você
- Uma característica marcante do Universo Linux é que as distribuições vêm sempre muito completas. O usuário não precisa baixar nada após
instalar o Ubuntu. Isso nem sempre é verdade no mundo Microsoft.
Entretanto, o Windows 7 quer começar a mudar esta história. Uma série
de aplicativos acompanha o novo sistema operacional e isso é muito bom para os usuários que não precisam se preocupar em baixar programas para atividades básicas. Como exemplo o programa de "postit" chamado Sticky Notes, um programa aprimorado de captura de tela, além de uma versão melhorada do clássico (mas não tão bom) Paint.

O que o Windows 7 tem de desvantagens

1. Preço
- Para nós, brasileiros, o Windows 7 chegou às prateleiras com preços variando de R$ 330 (versão Basic) a R$ 670 (versão Ultimate). Este
preço é salgado para todos os bolsos. O sistema operacional é a base para qualquer computador funcionar. Acessando os portais das principais
lojas do país podemos ver computadores populares custando entre R$ 800 e R$ 1.200. Como pensar em pagar quase o valor do hardware só no
sistema operacional? Para chegar nestes preços os fabricantes acabam optando pela instalação do Linux, o que gera um movimento em meios aos
"técnicos" de plantão para a instalação de um "XP Pirata".

2. Tratamento desigual no licenciamento
- Para o Brasil não serão comercializados pacotes de atualização para usuários do Windows Vista ou XP. Isso é comum no mercado
norte-americano. Outra questão interessante é que também não contaremos com o Family Pack, que é um pacote de instalação com até três licenças de uso por um custo mais baixo. Este pacote é voltado para famílias que tem mais de um computador e o custo de adquirir licenças individuais pode se tornar inviável. Também não teremos em um primeiro momento a opção Anytime Upgrade, que permite ao comprador migrar de uma versão mais básica para uma mais completa por um custo mais baixo.

3. Se você gosta da barra de iniciar clássica, esqueça-a
- Não sou saudosista com a barra de iniciar clássica, mas até o Windows Vista permitia aos usuários manter a "barra nova" ou voltar para a
antiga com cara de Windows XP. Esse recurso, no entanto, foi excluído do 7. Coloquei este item como desvantagem, pois é algo que muitos fazem
questão. Eu particularmente prefiro a barra antiga apesar de que estou começando a me convencer que esta nova barra é legal.

4. Segurança, sempre ela
- A Microsoft é de longe o alvo preferido dos criminosos virtuais. Falhas no Windows e no Internet Explorer são sempre descobertas e
exploradas. Como apurou Altieres Rohr, na coluna Segurança para o PC, do G1, a segurança não é o foco do Windows 7. Mal instalei esta versão
Ultimate e logo o sistema já começou a baixar atualizações de segurança.

5. Não é para todo mundo
- Sim, ele está mais leve e pode rodar bem em seu netbook, principalmente nas novas gerações que serão feitas especialmente para o
Windows 7. Mas ele ainda é pesado, principalmente para computadores mais limitados, o que força as pessoas a comprarem computadores novos
se quiser adota-lo. Estou usando o sistema em um computador com núcleo quádruplo e com 4 GB de memória RAM, e o desempenho dele é muitíssimo bom. Se colocá-lo em uma máquina com menos de dois núcleos dificilmente a experiência será satisfatória.

6. Coisas irritantes saem, mas outras ficam
- Ponto positivo para a Microsoft em remover a incômoda tela de verificação da Central de Contas do Usuário (UAC) que tanto irritava os
usuários do Windows Vista. Mas manteve como configuração padrão as transferências e instalações de atualizações à revelia do gosto do
usuário, inclusive reiniciando o PC automaticamente. Durante o tempo que escrevi esta coluna, o PC reiniciou em um momento em que fiquei
ausente do escritório.

Considerações finais – Vale a pena migrar?

Quando
surgiu o Windows Vista eu fiquei empolgado e até comprei este computador que uso para escrever as colunas para instalá-lo, mas minha
experiência foi frustrante. Voltei a usar o Windows XP neste computador e comprei um notebook com o Vista, pois não dá para escrever sobre
tecnologia sem ter como conviver com o que está aí no mercado.

Instalei o Windows 7 no meu PC e estou usando-o direto. Estou gostando do sistema. Ele é graficamente muito bonito e agradável. O fato de
permitir teclas é outro ponto que me agradou.

O desempenho do PC também está muito bom e, ouso dizer, melhor do que com o Windows XP, mas é claro que ainda não trouxe todos os programas que tenho no XP para esta nova instalação.

Vale a pena migrar? O que vi de bom me faz crer que vale, entretanto esbarro no quesito preço para cravar um SIM na resposta. Pensar em pagar pelo sistema operacional um valor equivalente, em alguns casos, a 80% do valor do hardware é algo muito difícil de aceitar.

O preço do sistema é uma barreira no crescente mercado de computadores populares e voltados ao novo "consumidor de tecnologia e internet", formado pelas classes menos abastadas da população. O movimento de inclusão destas pessoas é irreversível e importante para a economia e também para a sociedade como um todo. O custo do Windows só serve para aumentar a visibilidade e o mercado do Linux que por ser gratuito acompanha a maioria dos computadores populares por mais que seus novos proprietários paguem para um técnico "instalar o XP" neles. Não que eu seja contra o PC ir com Linux, muito pelo contrário, pois acho um sistema operacional excelente, mas que ainda tem que caminhar no quesito facilidade de uso.

fonte: http://piratasdanet.com