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terça-feira, 23 de novembro de 2010

comandos linux

Comandos de Controlo e Acesso


exit Terminar a sessão, ou seja, a shell (mais ajuda digitando man sh ou man csh)
logout Deslogar, ou seja, terminar a sessão actual, mas apenas na C shell e na bash shell
passwd Mudar a password do nosso utilizador
rlogin Logar de forma segura noutro sistema Unix/Linux
ssh Sessão segura, vem de secure shell, e permite-nos logar num servidor através do protocolo ssh
slogin Versão segura do rlogin
yppasswd Mudar a password do nosso utilizador nas páginas amarelas (yellow pages)

Comandos de Comunicações


mail Enviar e receber emails
mesg Permitir ou negar mensagens de terminal e pedidos de conversação (talk requests)
pine Outra forma de enviar e receber emails, uma ferramenta rápida e prática
talk Falar com outros utilizadores que estejam logados no momento
write Escrever para outros utilizadores que estejam logados no momento

Comandos de Ajuda e Documentação


apropos Localiza comandos por pesquisa de palavra-chave
find Localizar ficheiros, como por exemplo: find . -name *.txt -print, para pesquisa de ficheiros de texto por entre os ficheiros da directoria actual
info Lança o explorador de informações
man Manual muito completo, pesquisa informação acerca de todos os comandos que necessitemos de saber, como por exemplo man find
whatis Descreve o que um determinado comando é
whereis Localizar a página de ajuda (man page), código fonte, ou ficheiros binários, de um determinado programa

Comandos de Edição de Texto


emacs Editor de texto screen-oriented
pico Editor de texto screen-oriented, também chamado de nano
sed Editor de texto stream-oriented
vi Editor de texto full-screen
vim Editor de texto full-screen melhorado (vi improved)

Comandos de Gestão de Ficheiros e Directorias


cd Mudar de directoria actual, como por exemplo cd directoria, cd .., cd /
chmod Mudar a protecção de um ficheiro ou directoria, como por exemplo chmod 777, parecido com o attrib do MS-DOS
chown Mudar o dono ou grupo de um ficheiro ou directoria, vem de change owner
chgrp Mudar o grupo de um ficheiro ou directoria
cmp Compara dois ficheiros
comm Selecciona ou rejeita linhas comuns a dois ficheiros seleccionados
cp Copia ficheiros, como o copy do MS-DOS
crypt Encripta ou Desencripta ficheiros (apenas CCWF)
diff Compara o conteúdo de dois ficheiros ASCII
file Determina o tipo de ficheiro
grep Procura um ficheiro por um padrão, sendo um filtro muito útil e usado, por exemplo um cat a.txt | grep ola irá mostrar-nos apenas as linhas do ficheiro a.txt que contenham a palavra “ola”
gzip Comprime ou expande ficheiros
ln Cria um link a um ficheiro
ls Lista o conteúdo de uma directoria, semelhante ao comando dir no MS-DOS
lsof Lista os ficheiros abertos, vem de list open files
mkdir Cria uma directoria, vem de make directory”
mv Move ou renomeia ficheiros ou directorias
pwd Mostra-nos o caminho por inteiro da directoria em que nos encontramos em dado momento, ou seja a pathname
quota Mostra-nos o uso do disco e os limites
rm Apaga ficheiros, vem de remove, e é semelhante ao comando del no MS-DOS, é preciso ter cuidado com o comando rm * pois apaga tudo sem confirmação por defeito
rmdir Apaga directorias, vem de remove directory
stat Mostra o estado de um ficheiro, útil para saber por exemplo a hora e data do último acesso ao mesmo
sync Faz um flush aos buffers do sistema de ficheiros, sincroniza os dados no disco com a memória, ou seja escreve todos os dados presentes nos buffers da memória para o disco
sort Ordena, une ou compara texto, podendo ser usado para extrair informações dos ficheiros de texto ou mesmo para ordenar dados de outros comandos como por exemplo listar ficheiros ordenados pelo nome
tar Cria ou extrai arquivos, muito usado como programa de backup ou compressão de ficheiros
tee Copia o input para um standard output e outros ficheiros
tr Traduz caracteres
umask Muda as protecções de ficheiros por defeito
uncompress Restaura um ficheiro comprimido
uniq Reporta ou apaga linhas repetidas num ficheiro
wc Conta linhas, palavras e mesmo caracteres num ficheiro

Exibição ou Impressão de Ficheiros


cat Mostra o conteúdo de um ficheiro, como o comando type do MD-DOS, e é muito usado também para concatenar ficheiros, como por exemplo fazendo cat a.txt b.txt > c.txt” para juntar o ficheiro a.txt e b.txt num único de nome c.txt
fold Encurta, ou seja, faz um fold das linhas longas para caberem no dispositivo de output
head Mostra as primeiras linhas de um ficheiro, como por exemplo com head -10 a.txt, ou usado como filtro para mostrar apenas os primeiros x resultados de outro comando
lpq Examina a spooling queue da impressora
lpr Imprime um ficheiro
lprm Remove jobs da spooling queue da impressora
more Mostra o conteúdo de um ficheiro, mas apenas um ecrã de cada vez, ou mesmo output de outros comandos, como por exemplo ls | more
less Funciona como o more, mas com menos features, menos características e potenciais usos
page Funciona de forma parecida com o comando more, mas exibe os ecrãs de forma invertida ao comando more
pr Pagina um ficheiro para posterior impressão
tail Funciona de forma inversa ao comando head, mostra-nos as últimas linhas de um ficheiro ou mesmo do output de outro comando, quando usado como filtro
zcat Mostra-nos um ficheiro comprimido
xv Serve para exibir, imprimir ou mesmo manipular imagens
gv Exibe ficheiros ps e pdf
xpdfExibe ficheiros pdf, usa o gv

Comandos de Transferência de Ficheiros


ftp Vem de file transfer protocol, e permite-nos, usando o protocolo de transferência de ficheiros ftp, transferir ficheiros entre vários hosts de uma rede, como aceder a um servidor de ftp para enviar ou puxar ficheiros
rsync Sincroniza de forma rápida e flexível dados entre dois computadores
scp Versão segura do rcp

Comandos de Notícias ou Rede


netstat Mostra o estado da rede
rsh Corre umam shell em outros sistemas UNIX
ssh Versão segura do rsh
nmapPoderoso port-scan, para visualizarmos portas abertas num dado host
ifconfigVisualizar os ips da nossa máquina, entre outras funções relacionadas com ips
pingPingar um determinado host, ou seja, enviar pacotes icmp para um determinado host e medir tempos de resposta, entre outras coisas

Comandos de Controlo de Processos


kill Mata um processo, como por exemplo kill -kill 100 ou kill -9 100 ou kill -9 %1
bg Coloca um processo suspenso em background
fg Ao contrário do comando bg, o fg traz de volta um processo ao foreground
jobs Permite-nos visualizar jobs em execução, quando corremos uma aplicação em background, poderemos ver esse job com este comando, e termina-lo com um comando kill -9 %1, se for o job número 1, por exemplo
top Lista os processos que mais cpu usam, útil para verificar que processos estão a provocar um uso excessivo de memória, e quanta percentagem de cpu cada um usa em dado momento
^y Suspende o processo no próximo pedido de input
^z Suspende o processo actual

Comandos de Informação de Estado


clock Define a hora do processador
date Exibe a data e hora
df Exibe um resumo do espaço livre em disco
du Exibe um resumo do uso do espaço em disco
env Exibe as variáveis de ambiente
finger Pesquisa informações de utilizadores
history Lista os últimos comandos usados, muito útil para lembrar também de que comandos foram usados para fazer determinada acção no passado ou o que foi feito em dada altura
last Indica o último login de utilizadores
lpq Examina a spool queue
manpath Mostra a path de procura para as páginas do comando man
printenv Imprime as variáveis de ambiente
ps Lista a lista de processos em execução, útil para saber o pid de um processo para o mandar abaixo com o comando kill, entre outras coisas
pwd Mostra-nos o caminho por inteiro da directoria em que nos encontramos em dado momento, ou seja a pathname
set Define variáveis da sessão, ou seja, da shell, na C shell, na bash ou na ksh
spend Lista os custos ACITS UNIX até à data
time Mede o tempo de execução de programas
uptime Diz-nos há quanto tempo o sistema está funcional, quando foi ligado e o seu uptime
w Mostra-nos quem está no sistema ou que comando cada job está a executar
who Mostra-nos quem está logado no sistema
whois Serviço de directório de domínios da Internet, permite-nos saber informações sobre determinados domínios na Internet, quando um domínio foi registado, quando expira, etc
whoami Diz-nos quem é o dono da shell

Comandos de Processamento de Texto


abiword Processador de Texto Open Source
addbib Cria ou modifica bases de dados bibliográficas
col Reverte o filtro a line feeds
diction Identifica sentenças com palavras
diffmk Marca diferenças entre ficheiros
dvips Converte ficheiros TeX DVI em ficheiros PostScript
explain Explica frases encontradas pelo programa diction
grap Preprocessador pic para desenhar gráficos, usado em tarefas elementares de análises de dados
hyphen Encontra palavras com hífenes
ispell Verifica a ortografia de forma interactiva
latex Formata texto em LaTeX, que é baseado no TeX
pdfelatex Para documentos LaTeX em formato pdf
latex2html Converter LaTeX para html
lookbib Encontra referências bibliográficas
macref Cria uma referência cruzada listando ficheiros de macros nroff/troff
ndx Cria uma página de indexação para um documento
neqn Formata matemáticas com nroff
nroff Formata texto para exibição simples
pic Produz simples imagens para troff input
psdit Filtra um output troff para a Apple LaserWriter
ptx Cria uma indexação permutada mas não em CCWF
refer Insere referências de bases de dados bibliográficas
roffbib Faz o run off de uma base de dados bibliográfica
sortbib Ordena uma base de dados bibliográfica
spell Encontra erros de ortografia
style Analisa as características superficiais de um documento
tbl Formata tabelas para nroff/troff
tex Formata texto
tpic Converte ficheiros pic source em comandos TeX
wget Permite-nos fazer o download completo de páginas web, com todos os ficheiros, de forma fácil e não interactiva, sem exigir por isso presença do utilizador, respeitando também o ficheiro robots.txt

Web


html2ps Conversor de html para ps
latex2html Conversor de LaTeX para html
lynx Navegador web baseado em modo de texto, ou seja, é um web browser que nos permite abrir todo o tipo de páginas visualizando apenas os textos e links, não vendo assim as imagens, e sendo por isso bastante rápido, mas requere prática para ser manuseado
netscape Navegador web da Netscape
sitecopy Aplicação que nos permite manter facil e remotamente web sites
weblint Verificador de sintaxes e de estilos html

Há semelhanças entre o MS-DOS e o Linux?
  Sendo facto concordado por muitos que o MS-DOS se trata em parte de uma cópia dos sistemas Unix bem mais antigos, terá o MS-DOS bastantes semelhanças com os sistemas da família UNIX, como será o Linux. Vejamos algumas semelhanças ou mesmo comandos diferentes mas com funções similares:
   
MS-DOSLinux/UNIX
attribchmod
backuptar
cdcd
datedate
dirls
clsclear
copycp
delrm
deltreerm -R
editvi/pico/joe
exitexit
formatfdformat
ipconfigifconfig
mkdir/mdmkdir
more < filemore file
moverename/mv
netstatnetstat
pingping
rmdirrmdir
timetime
tracerttraceroute
typecat/less
winstartx

    Entre muitas outras semelhanças, para não falar dos utilitários como ftp, telnet, etc, ou não fosse o MS-DOS muito baseado no UNIX, apesar de não ser sequer minimamente tão poderoso quanto este último.
   





terça-feira, 2 de novembro de 2010

TV de Graça Pelo WMP Mais de 400 canais






TV%2Bde%2BGra%25C3%25A7a%2BPelo%2BWMP Download   TV de Graça Pelo WMP Mais de 400 canais
Tutorial de Como Assistir Tv pelo Windows Media Player, dá para assistir varios canais.
Obs.: É aconselhavel ter conexão Banda Larga.
Estilo: Ultilidades
Idioma: Portugues
Tamanho: 2 Mb
Formato: RAR

Download – Megaupload – Baixando sem Esperar e sem Limites






WFN01 Download   Megaupload – Baixando sem Esperar e sem Limites
Revista:Tutorial
Lançamento: Agosto de 2010
Tamanho: 3 Mb
Formato: PDF

Resolução de problema na inicialização do Windows XP






Por Marco Antonio Silva - MCP Responsável pelo grupo de usuários GTECH-SP (www.grupotecnologiasp.eti.br)
Neste artigo passarei algumas dicas para solucionar problemas que ocorre na inicialização do sistema operacional Microsoft Windows XP.
Existem casos aonde após instalar alguns novos programas ou até mesmo remover alguns programas o sistema operacional Windows XP demora para ser iniciado.
Abaixo descreverei algumas dicas de como solucionar estes problema.
1) Desativando itens de inicialização seletiva do msconfig.
Este item normalmente é ativado quando ainda não sabemos quais serviços ou item de inicialização esta causando a demora na inicialização. Para ativar a opção Inicialização seletiva clique no menu Iniciar > Executar e digite msconfig. Em seguida o utilitário de configuração do sistema será aberto. Selecione a opção de Inicialização seletiva e clique em Aplicar e em seguida em OK.
Cc668533.InitWindowsXP_101(pt-br,TechNet.10).png
A máquina será reiniciada. Caso a máquina reinicie mais rápido sabemos que é algum item da guia Inicializar que esta causando a lentidão.
Abra a guia Inicializar e verifique os serviços "suspeitos" que possam causar a lentidão na inicialização.
Cc668533.InitWindowsXP_102(pt-br,TechNet.10).png
2) Detectando problema com memória:
Normalmente existem casos aonde a maquina para na tela preta ao iniciar a máquina. Normalmente este problema é causado pela leitura da memória.
Inicie o sistema operacional em Modo Seguro e efetue e abra o msconfig > Guia Boot.ini > botão Opções Avançadas e ative a opção /MaxMem= conforme figura abaixo:
Cc668533.InitWindowsXP_103(pt-br,TechNet.10).png
Será exibido o valor de memória que o sistema operacional está utilizando. Neste exemplo o sistema está reconhecendo 503.
Diminua o valor pela metade por exemplo 251 e reinicie o computador em Normal e verifique se o sistema inicia sem aparecer a tela preta.


sábado, 30 de outubro de 2010

Wireless Como Driblar sua Segurança

Este E-Book é um tutorial, que explica como invadir uma rede wireless para poder utiliza da mesma. Porém este tutorial também te ajuda a previnir sua rede destes ataque.
Muito Bom!!!





rede+wireless Wireless Como Driblar sua Segurança


Curso completo Reparação de Placa-Mãe

Este curso Incluii:
Ferramentas de trabalho para manutenção de micros e microeletrônica.
Construindo gravador Universal de Eprom para gravar BIOS.
Conhecendo Sockets e slots de processadores – CONHECENDO A ESTRUTURA DA PLACA-MÃE
Circuito Regulador de Tensão
Circuito Controlador Super I/O
Circuito Gerador de Clock
Chip Cmos
Circuito Controlador de memória cache (Ponte Norte)
Funcionamento Ponte Norte e Ponte Sul
MICROCOMPONENTES SMD
Trabalho e retrabalho com componentes SMD
Pesquisando defeitos
Dessoldagem de Circuitos Integrados com solda convencional passo a passo
Dessoldagem de Circuitos Integrados com Estação de Retrabalho e Soprador Térmico
Soldagem de Circuitos Integrados
CONSIDERAÇÕES INICIAIS SOBRE MANUTENÇÃO DE PLACA-MÃE
Primeiros testes
Sinais Básicos
Teste de alimentação
Teste de Clock
Teste do sinal Reset
Teste do Microprocessador
Teste da Bios
Teste de RAM
Testes Avançados
Testes usando Slots e Placa de diagnóstico
Testando Microprocessador, RAM, Chipset, 8042, TTLs, Função e Interface IDE, Saídas seriais e paralelas,
Floppy drive.
Teste de placa de vídeo SVGA
Pinagens de Memórias e Slots
Encapsulamentos de Reguladores de Tensão
PROBLEMAS E SOLUÇÕES – PROCEDIMENTOS PRÁTICOS PASSO A PASSO
Não aparece vídeo (liga a fonte)
Não aparece vídeo (não liga a fonte)
Travamentos e reset aleatório
Placa-mãe queimando processador
Placa-mãe reseta (reinicia) ou trava:
Não salva configurações na cmos
Problemas com porta serial (Mouse não funciona)
Problemas com porta PS/2 (Teclado ou Mouse não funciona)
Problemas com porta Teclado DIN
Placa-Mãe com Problema na porta Paralela, Floppy Disk e portas IDE
COMO MEDIR UM FET
Esquemas de porta serial e paralela.


PLACA+MAE+PARA+POST Curso completo Reparação de Placa Mãe

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Instalando e configurando o roteador Dlink DI-524


newlogo2
Comprou um roteador e não sabe configurar? Com este tutorial você aprenderá o básico de configurações de roteadores, como alterar o nome padrão da rede sem fio e configurar uma senha criptografada para ninguém usar a sua internet de graça.


Cenário


cenariopadrao

Instruções


  1. Conecte um cabo de rede à porta “INTERNET” do Roteador. Em seguida, conecte a outra ponta do cabo de rede ao seu modem de banda larga.
  2. Conecte seu computador em umas das portas de 1 a 4 do roteador usando um cabo de rede.conexões
  3. Ligue seu modem de banda larga.
  4. Ligue seu roteador.
  5. Ligue seu computador.
  6. Abra seu navegador, e entre com endereço http://192.168.0.1 e dê Enter.
  7. Uma tela de login aparecerá. Em  ”Nome de usuário” digite “admin” e em “Senha” deixe em branco.
  8. Se a senha não entrar, atrás do roteador tem um botão chamado “reset”, aperte por 20 segundos e depois tente novamente.
logindi-524
  • A tela inicial será exibida.
home1
  • Clique em “WAN“. Se seu provedor usa DHCP, deixe a configuração do jeito que está.
dhcp1
  • Se seu provedor usa PPPoE, selecione PPPoE no menu e configure seu nome de usuário e senha e clique em “Apply“.
ppoe1

Configurando a segurança.


  1. Clique no menu “Wireless“, e em  ” SSID“, você vai digitar o nome da sua rede, no exemplo abaixo foi utilizado o nome do site.


    Atualmente existem diversos tipos de algorítmos de segurança, a maioria dos usuários ainda usam o algorítmo WEP para configurar seus roteadores, não vamos utlizar WEP pois hoje em dia qualquer pessoa pode quebrar a chave de uma rede sem fio com WEP configurada. Vamos utilizar WPA ou WPA2 se seu roteador suportar.
  2. No menu, selecione “WPA-PSK” e digite uma senha com no mínimo 8 caracteres e no máximo 63.
  3. Clique em “Apply” e espere o roteador reiniciar.
wpa1
  • Vá até Meus Locais de Rede e clique na sua conexão de rede sem fio e conecte na rede que você acabou de criar.
wifi1
Pronto!
Você configurou seu roteador com sucesso!
Existem vários modelos de roteadores no mercado, mas quase todos são parecidos na hora de configurar o nome da rede e a segurança, este tutorial mostra apenas as funções básicas de configuração para que qualquer pessoa que não trabalhe com informática aprenda a configurar.

fonte: http://infohelp.org/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Acessando partições do Linux pelo Windows

Quem mantém o Windows em dual boot com o Linux enfrenta o problema de compatibilidade com o sistemade arquivos. Até algum tempo atrás, o Linux não acessava partições NTFS com resultados satisfatórios, o que mudou com o NTFS-3g. Você pode hoje, com segurança, ler e gravar arquivos em partições NTFSapartir do Linux (apesar dos riscos, a maioria teóricos, graças à evolução do NTFS-3g).
Mas e o contrário, como fica? Você entra no Windows e ele não reconhece as partições do Linux como partições válidas. Não são mapeadas no "Meu computador", nem dá para acessar os arquivos. Calma. Fazer o que o NTFS-3g faz é uma tarefa um tanto complicada, devido o sistema NTFS ser bem pouco documentado e fechado, proprietário. O contrário é bem mais fácil, fazer o Windows ler e gravar em partições nativas do Linux, já que este é um sistema aberto.
As partições formatadas em ext2 ou ext3 têm melhor compatibilidade, estão mais consolidadas, e muita gente usa ext3 como padrão. Partições formatadas em ReiserFS ainda não são tão fáceis de acessar diretamente, mas é possível também.
Existem algumas ferramentas distintas disponíveis na Internet que permitem ao Windows ler e gravar em partições do Linux. Destacam-se duas: o Ext2 Installable File System for Windows e o Explore2fs.

Acessando partições em ext2/ext3 diretamente


Seguindo a instalação fácil, do tipo NNF ("Next > Next > Finish"), comum no mundo Windows, em menos de três minutos o Windows pode ler e gravar em partições ext2. As partições ext3 são suportadas da mesma forma, visto que são basicamente ext2 com suporte a journaling.
Basta entrar em www.fs-driver.org, site do projeto, acessar a página de download, baixar e instalar o Ext2 Installable File System (abreviado como Ext2 IFS). Nem precisa reiniciar o computador :)
Durante a instalação, ele exibe as partições do HD, dando a oportunidade de mapear as partições Linux detectadas, usando as letras disponíveis:
index_html_7e94ce14Escolha das letras para cada partição Linux
Nesse caso tenho a primeira partição, que é onde o sistema está instalado, escolhi a letra Z. A Y na imagem acima é a partição de swap, e a última (X) é a /home. Em azul estão as partições primárias, e em verde as extendidas.
Nesse caso específico as extendidas estão listadas antes, foi um rolo... Eu tinha o Windows instalado na primeira partição primária, e ao formatar para instalar o Linux, tive que exclui-la e criar uma nova. Ao exclui-la, foi-se minha hda1, como eu precisava criar a partição swap também, usei o espaço livre da partição hda1 antiga para criar as partições do Linux e de swap, que ficaram extendidas. Para o Windows, nativamente só existia a C, que vem a ser a hda2.
O Ext2 IFS instala um driver para o Windows, de forma que o Windows passe a reconhecer quase que "nativamente" as partições. Ele não usará sistemas de permissões de arquivos e pastas, elas se comportarão como as FAT/FAT32, com suporte a escrita e leitura por qualquer usuário, a qualquer arquivo. Elas serão mapeadas com letras pelo Windows, como visto, e ficarão acessíveis para qualquer programa. Você não precisará copiar os arquivos, nem "extrai-los" para uma partição FAT ou NTFS para poder usá-los; o Windows simplesmente reconhecerá o sistema assim como ele reconhece o FAT, NTFS, CDFS, etc. Isso permite acessar os arquivos de forma transparente, você nem se dará conta que é uma partição Linux :) Nada melhor do que essa praticidade! Veja algumas imagens que demonstram a integração:
index_html_537f4cf6Explorer visualizando o conteúdo da partição raiz (/) do Kurumin, instalado na hda1

index_html_76783469Propriedades da partição /home. O espaço livre e usado é informado corretamente. A identificação se dá como ext2, apesar de ela ser ext3. Para o Ext2 IFS não há diferença, visto que ele não considera o journaling nem as diferenças do sistema ext3 perante o ext2.
O Windows poderá também manter um arquivo de paginação (pagefile.sys, swap) na partição Linux, ele será visto como um arquivo qualquer, para você ter uma idéia do reconhecimento. Mas apesar de toda essa integração, o desfragmentador de disco e o verificador de erros do Windows não funcionam com essas partições.
Se a partição contiver erros no sistema de arquivos (lógicos), o Windows poderá não conseguir montá-la. Isso ocorre, por exemplo, quando o sistema rodando o Linux é desligado de forma incorreta. Normalmente basta reiniciar, acessar o computador pelo Linux, reiniciar e voltar ao Windows. Mas isso só acontecerá nestes casos, onde o Linux deva passar seu verificador de erros.
Quando o Windows não conseguir montar a partição (devido a esse erro), ele poderá perguntar se você deseja formatá-la:
index_html_2b66f524


Escolha "Não", reinicie pelo Linux, depois volte ao Windows, e o problema deverá ser resolvido. Se não for, passe um verificador de disco apropriado, usando as ferramentas do seu sistema Linux.
Independentemente de estar em boas condições ou não, isso acontecerá também com partições swap. Não a formate, simplesmente o Windows não terá como usá-las.
Uma observação é que o Ext2 IFS roda somente nas versões do Windows baseadas no NT. Isso exclui o Windows 95/98/Me. Para esses sistemas, você poderá usar uma outra ferramenta, comentada agora. Aliás, falando em observações, o Ext2 IFS é freeware mas de código fechado, enquanto que o Explore2fs é open source (feito em Delphi ;)

Outra ferramenta, o Explore2fs com Virtual Volumes


Um outro projeto permite acessar as partições Linux de forma diferente, sem a integração com o Windows e os programas como o Ext2 IFS. Trata-se do Explore2fs, que pode ser baixado em www.chrysocome.net/explore2fs. Originalmente ele fornece suporte apenas a partições formatadas em ext2/3 também. Há, no entanto, uma nova versão em desenvolvimento, o Virtual Volumes, que permite acessar partições ReiserFS. Baixe-o em www.chrysocome.net/virtualvolumes. Você pode escolher um dos dois; se precisar do suporte ao ReiserFS, baixe apenas o Virtual Volumes, já que ele suporta tanto o ext2/3 como o ReiserFS. Note, porém, que está em estágio beta, ou seja, poderá eventualmente corromper arquivos - algo que certamente ocorria nas primeiras distribuições do NTFS-3g.
O Explore2fs ou o Virtual Volumes trabalham de forma bem diferente. A interface do Explore2fs é um painel, que detecta as partições e lista os arquivos e pastas:
index_html_343ce00bTela do Explore2fs
Ele não permite que os programas gravem ou leiam arquivos diretamente. Você deve arrastar as pastas desejadas da janela dele para uma pasta no seu computador, formatada num sistema que o Windows reconheça (como FAT32/NTFS, ou até mesmo ext2/3 se você mantiver também o Ext2 IFS instalado). Para gravar arquivos nas partições Linux, faça o mesmo procedimento, arrastando arquivos das pastas do Windows para a pasta desejada na tela do Explore2fs.
Ele acaba por ser menos conveniente, apesar de suportar ReiserFS. Tem também um diferencial. Enquanto o Ext2 IFS roda apenas no Windows NT, 2000, XP, Vista ou 2003 (e cia), o Explore2fs pode ser executado em todas as versões do Windows, inclusive o 95, 98 e Me.
Há uma certa lentidão ao copiar pastas com muitos arquivos. É normal, apenas espere. Se você fechar o programa à força, pensando que estará travado, poderá corromper arquivos na partição Linux, especialmente ao mover do Windows para ela.

Concluindo


Boa sorte e bom trabalho, agora você não precisa mais ficar reiniciando o computador para trocar de sistema só por ter esquecido um arquivo no outro. Em conjunto com o NTFS-3g, você pode abandonar as inseguras partições FAT/FAT32, como área de troca entre dois sistemas :)

fonte: http://www.guiadohardware.net/

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ativando Windows 7


 Ative todas as versoes do windows 7 x86 e 64bits
Windows 7 Starter
Windows 7 Home
Window 7 Homepremium
Windows 7 Pofessional
Windows 7 Interprise
Windows 7 Ultimate
                     
                                                                             DOWNLOAD

sábado, 11 de setembro de 2010

tutorial bips da bios

Muitas vezes quando ligamos o computador, damos de cara com problemas e só recebemos de informação os apitos da BIOS (chamados de BIOS Tone POST Codes)! Se não temos à mão uma tabela com o significado dos apitos, o trabalho se torna um exercício de adivinhação que além de tomar muito tempo, pode acabar resultando em gastos de dinheiro trocando peças desnecessárias, ou para os mais irritadiços, jogar o computador pela janela ou dar uns pontapés para ver se funciona! :-)
Pensando nisso, conseguimos umas tabelas dos famosos apitos, para que você possa ter alguma dica com que iniciar a solução do problema!
Maiores informações vocês poderão conseguir nos sites dos produtores de BIOS e das PLACAS-MÃE.
AMI BIOS Tone POST Codes
Apito
Condição de Erro
1 curto
Atualização de DRAM
2 curtos
Circuito de Paridade
3 curtos
Memória Base 64K RAM
4 curtos
Timer do Sistema
5 curtos
Processador
6 curtos
Controlador de teclado - gate A20
7 curtos
Virtual mode exception
8 curtos
Teste de memória (read/write) de vídeo
9 curtos
ROM BIOS checksum
10 curtos
CMOS shutdown read/write
11 curtos
Memória Cache
1 longo, 3 curtos
Memória Convencional/extendida
1 longo, 8 curtos
Teste de Display/retrace

AWARD BIOS Tone POST Codes
Apito
Condição de Erro
1 longo, 2 curtos
Erro de Display - não é possível mostrar outras informações
Qualquer outro
Erro de memória RAM
*Demais problemas ou condições são mostrados na tela

Phoenix BIOS Tone POST Codes - Erros Fatais
Apito
Condição
Nenhum
teste de registro de CPU
Nenhum
teste dos 64K RAM iniciais
Nenhum
Procedimento de carregamento do vetor de interrupção
Nenhum
falha de força CMOS/cálculo do checksum
Nenhum
Procedimento de validação de configuração de vídeo
Nenhum
vídeo funcionando com vídeo ROM
Nenhum
vídeo funcional
Nenhum
vídeo Monocromático funcional
Nenhum
vídeo CGA funcional
1-1-3
CMOS write/read
1-1-4
ROM BIOS checksum
1-2-1
Timer do Sistema
1-2-2
inicialização do DMA
1-2-3
registro da página de DMA (write/read)
1-3-1
verificação da atualização da memória RAM
1-3-3
chip dos 64K RAM iniciais ou linha de dados
1-3-4
lógica odd/even dos 64K RAM iniciais
1-4-1
endereço de linha dos 64K RAM iniciais
1-4-2
falha de paridade nos 64K RAM iniciais
2-1-1
Bit 0, 64K RAM iniciais
2-1-2
Bit 1, 64K RAM iniciais
2-1-3
Bit 2, 64K RAM iniciais
2-1-4
Bit 3, 64K RAM iniciais
2-2-1
Bit 4, 64K RAM iniciais
2-2-2
Bit 5, 64K RAM iniciais
2-2-3
Bit 6, 64K RAM iniciais
2-2-4
Bit 7, 64K RAM iniciais
2-3-1
Bit 8, 64K RAM iniciais
2-3-2
Bit 9, 64K RAM iniciais
2-3-3
Bit 10, 64K RAM iniciais
2-3-4
Bit 11, 64K RAM iniciais
2-4-1
Bit 12, 64K RAM iniciais
2-4-2
Bit 13, 64K RAM iniciais
2-4-3
Bit 14, 64K RAM iniciais
2-4-4
Bit 15, 64K RAM iniciais
3-1-1
registro de DMA Slave
3-1-2
registro de DMA Master
3-1-3
Registrador da interrupção Master
3-1-4
Registrador da interrupção Slave
3-2-4
controlador de teclado
3-3-4
inicialização do vídeo
3-4-1
retrace do vídeo
3-4-2
procura por ROM de vídeo em processamento
4-2-1
teste da interrupção do Timer
4-2-2
teste de Shutdown
4-2-3
falha na porta A20
4-2-4
interrupção inesperada em modo protegido
4-3-1
teste de RAM (endereço da falha >FFFFh)
4-3-3
Intervalo do timer canal 2
4-3-4
relógio do sistema
4-4-1
porta Serial
4-4-2
porta Paralela
4-4-3
teste do co-processador matemático
1-1-2*
seleção da placa de sistema
1-1-3*
Extender CMOS RAM
*código de áudio precedido por tom mais grave

IBM POST Tone Codes
Apito
Condição
Nenhum
placa mãe, fonte
1 curto
Sistema passou por todos os testes
2 curtos
Erro de display
contínuo
Placa mãe, fonte
1 longo, 1 curto
placa mães
1 longo, 2 curtos
placa de vídeo
1 longo, 3 curtos
EGA
3 longos
cartão 3270

Fonte http://www.boadica.com.br/dica/165/entenda-os-bips-da-sua-bios


referencias